Não é um texto querendo ser bonitinho, é o que o coração escreveu. A blogueira passa por tormentas e o blog, consequentemente, balança querendo afundar. Peço desculpas antecipadas pela falta de visitas aos blogs, mas preciso de tempo para recomeçar.
Encaro a foto e observo seu par de olhos que um dia foram meu espelho. Que são, sempre serão, meu reflexo em você. Não sou boa em mentir, você sabe, mas ando me convencendo da distância maleável entre nós. Uma pessoa convencida é uma pessoa a menos. Eu deito a cabeça no travesseiro querendo dormir. Às vezes é fácil, outras nem tanto. Há noites que me denunciam um imenso vazio e me impedem o sono. É um vazio tão alto e barulhento que chego a apertar os olhos, tentando escapar para dentro de mim, onde há silêncio o suficiente para me enterrar. O vazio desenha, ponto à ponto, todos os segundos do dia em que você faltou. Esse vazio separa meu mundo do seu. Eu aqui, desse lado, toda saudades. Você aí, no mundo do inesquecível.
Nasceu van. Dentre beterrabas e quatro mortes, foi prodígio. Ludwing era um garoto com pouca estrutura, porém muita paixão. Cresceu em meio às obrigações e teve sua infância apagada pelas correções de quem é demasiado exigido. Aos 10 anos toda sua genialidade floreceu registrada pelo mestre, frutos caíram bem aos pés de Bach, e apesar das marcas profundas que seu pai lhe deixou, o alcoolismo não limitou suas fronteiras. Estudou, regeu, ensinou e compôs. Então, subsidiado por um arquiduque, o menino - que já não era van - partiu para Viena, a cidade de sua surdez.
Por volta de vinte e poucos anos, Ludwing começou a perder os tons de suas notas compostas. O mundo, para ele, foi se tornando cada vez mais manso, cada vez menos autêntico. Suas composições, seus alunos e até seus pensamentos tornavam-se os chiados das preces que tanto ouvia das beatas na igreja. Era como se seu pai, bêbado, lhe tampa-se os ouvidos com as mãos, castigando a criança que não tocava perfeitamente, como se tivesse esmurrado o piano só para provocar. Ludwing fechou o semblante. Amargou o sorriso e enrrugou-se entre as sobrancelhas. De alma envelhecida, adormeceu o jovem em si e canalizou suas forças diretamente à música.
Quem passava pelo notável rancoroso Ludwing comentava, naturalmente, o quão isolado e intragável era. Ele, por sua vez, sempre com as mãos castigadas em tintas e manuscritos embaixo do braço, praguejava as rasas almas que lhe apontavam o dedo. "Ó homens que me tendes em conta de rancoroso, insociável e misantropo, como vos enganais. Não conheceis as secretas razões que me forçam a parecer deste modo", Ludwing dizia. Todos fingiam não ouvir, portanto, o homem sem decendência alguma, tocou mais alto. De sua fase adulta até seus últimos anos de vida, Ludwing compôs óperas, aberturas, oratórios, concertos e sinfonias.
A felicidade para Ludwing não era o sorriso aos amigos tão pouco seu status na sociedade vienense. Van que era, encontrava o prazer na música e em sua dedicação à ela. O menino sem infância, o rapaz variolo, o homem quase surdo foram o único e genuíno Ludwing van Beethoven. O maior gênio da música ocidental que nos agraciou com a 9ª Sinfonia. O homem que deixou sua feição sombria marcada na História e é referência mundial, não importa em qual século estiver. Centrado e sem sorrisos, que dizia "todo o mal traz consigo algum bem". O inaudível coração de Beethoven demonstrou em suas composições que a verdadeira felicidade está no instinto. Somos dotados de um sentimento que só é despertado com nossa dedicação ao dom e a paixão de sermos quem podemos ser.
"O resumo da obra de Beethoven é a liberdade. A liberdade política, a liberdade artística do indivíduo, sua liberdade de escolha, de credo e a liberdade individual em todos os aspectos da vida."
- Paul Bekker
Para Ludwing van Beethoven, a felicidade nada mais é do que a liberdade de reger a vida. Fazer dos dias, música, e compartilhá-la com quem quiser recebê-la. Apaixonar-se por si e todas suas limitações, não as permitindo lhe limitar, mas sim as ensinando a conviverem sem o medo de obstáculos. Uma criatura dotada de felicidade é indomável, posto que nenhuma gaiola lhe prende o canto.
Ou "A Menina que Roubava Memes", já que estou numa vibe Zusak por esses dias. Vi o meme no delicioso e contagioso So Contagious e resolvi participar porque ando antissocial até no mundo blogueiro, nunca participo de nada. Rolou o meme dos vídeos com o pessoal mostrando suas estantes e a animal aqui: néca de pitibiriba. Vamos falar de vídeoclipes ao menos. Sempre lembrando que a ordem dos ingredientes não altera porra nenhuma. Se conseguirem imaginar uma voz feminina anunciando os vencedores e aplausos ao fundo, o texto ficará melhor (ou não).
1. Irene Cara - What a Feeling: tema do Flashdance, um filme que é minha paixão há muito tempo. Desde criança até hoje me identifico tanto com a música tema quanto com a história. Acho que todo mundo acaba se identificando um pouco, na verdade. O vídeoclipe nada tem de especial, só entrou na lista pelo valor sentimental mesmo.
2. Outkast - Sorry, Mrs. Jackson: um enorme flashback para mim. O vídeoclipe além de genial e premiado, me leva direto para minha adolescência, quando eu me importava muito com a grade de programação da MTV. Não gosto de Outkast, as únicas músicas que conheço são "Sorry, Mrs. Jackson" e "Hey, ya!" (nem sei se é esse o nome certo), mas acho que isso não vem ao caso. O vídeoclipe é ótimo e continua sendo referência de arte videoclíptica (é, acabei de inventar).
3. P.O.D - Youth of the Nation: sou grande fã de P.O.D, apesar de não transparecer. Fiquei em dúvida entre esse e o vídeoclipe de "Going in Blind", mas no fim achei "Youth of the Nation" mais apropriado. Isso porque se trata de um assunto cada vez mais comentado no Brasil (e já há muito no exterior), o mais novo foco da vez: bullying. P.O.D, uma banda cristã até o tutano dos ossos, sempre escreve e grava músicas com temas do tipo querendo compartilhar apoio moral, acho que só tem a ajudar os jovens dessa vida sem porteira. A fotografia do vídeoclipe é de arrasar também :)
4. Apocalyptica - Nothing Else Matters: sou apaixona por Nothing Else Matters (original do Metallica), por esse cover, por Apocalyptica, pela Finlândia e por esse vídeoclipe. O toque singelo das imagens e o inverno finlandês cai muito bem aos olhos e é capaz de emocionar qualquer um com o acompanhamento da música.
5. Gotthard - Lift U Up: é difícil acreditar que o mundo foi privado da voz mais poderosa que já conheci. Publiquei aqui um texto sobre a morte do vocalista, Steve Lee, o cara com a voz mais gostosa de se ouvir. Enfim, Lift U Up entra na lista também por questões sentimentais. Além disso, esse vídeoclipe e essa música me proporcionam ótimas lembranças de minha viagem :)
6. Skank - A Cerca: eu queria muito colocar "Seus Passos", mas a incorporação estava desativada (porque sempre existirá um frustrado para nos atrapalhar), então vamos de "A Cerca", que não deixa de ser bom também. Samuel Rosa é o Topo Gigio do meu coração, a coisa mais fofa dessa vida, e sua banda é uma delícia. Essa música foi a primeira que conheci e nunca parei de rir com o enredo, tão pouco com o vídeoclipe que é sensacional.
7. Weezer - Keep Fishin': a única coisa que passa pela minha cabeça ao assistir esse vídeoclipe é: oun, the muuuppets! Só o Weezer mesmo para ter essa ideia genial. É muita nostalgia e amor! Eu quero muito um Rivers Cuomo e um Caco para mim.
8. Dido - Thank You: quem não gosta desse vídeoclipe deve ter problemas, porque acho ser um dos poucos que agrada gregos e troianos. É um pouco fossa, mas faz bem esse estado de espírito nos atacar de vez enquando para faxinar os sentimentos.
9. Oomph feat. L'âme Immortelle - Brennende Liebe: posso ser igual a Sonja Kraushofer quando crescer? Essa mulher é o poder em pessoa pintado de vermelho, acho digníssima. Enfim, o vídeoclipe, né! A antiga história do criador e sua criatura trilhasonorizada pelos lindos do Oomph!, com a liderança bem representada pela voz cheia de testosterona do macho dominante Dero Goi, aquele lindo. Toda a caracterização é divina, babo toda vida e - repito - quero muito ser a Sonja quando crescer ou ao menos poder levar todo mundo para minha casa e deixá-los em cima da cama arrumada como decoração.
10. The Rasmus - In the Shadows (versão US): não sei se já comentei ou deixei passar em branco, mas putaquepariu! eu amo The Rasmus! Eu corro em círculos, dou coice, guincho feito virgenzinha arrepiada pelo Robert Pattinson, me descabelo, requebro até o chão e sacolejo os ossos. Eles são perfeitos, esse vídeoclipe é tesudo, a história é toda minha, a fotografia e caracterização são de foder, Lauri no espelho é o fantasma da ópera de minha vida e, caralho!, dá licença que eu vou cantar In the Shadows me esgoelando. Senta o dedo nessa porra e ouve no último volume!
P.S: Nos acalmamos para melhor atendermos. Passada a excitação, menciono os vídeoclipes que ficaram fora da lista, mas merecem ao menos uma singela menção. Show Me the Meaning of Being Lonely (Backstreet Boys), com fotografia e storyboard lindos e o Kevin né, aquele deus grego. Não me venha com nhenhenhe de achar BSB so last week, aprenda a apreciar as coisas como gente adulta. Take a Bow (Madonna), a cantora é enjuadíssima, detesto, mas a música e o vídeoclipe me conquistaram.
Quero que você chegue em câmera lenta como nos filmes românticos. Nosso encontro há de ser assim, com o mundo ao nosso redor amansando o passo e tornando-se lento, para todos sentirmos a expectativa em uma pressão só. Seus braços e pernas caminharão à mim esmagando as folhas de outono que o vento não conseguiu levar. Você irá sorrir. Eu irei sorrir. Abriremos nossos lábios com um gesto que nos tomará todos os segundos que a Terra necessita para girar. E é só. Para mim está de bom tamanho arrancar dos filmes só essa parte.
O resto quero que seja o despertador de manhã cedo. Quero acordar do mundo imaginário e, sobressaltada, cair em cheio nos seus braços. Quero café amargo, pão amanhecido e cara de mau humor. Quero que a vida, ríspida e de testa amarrada, escorra dos seus olhos aos meus e se entrelace em nossas mãos para que juntos tratemos dela como uma folha de papel esperando para ser desamassada. Vamos fazer aviões, patos e um chapéu. Quero que você deposite todas suas palavras dedicadas à mim dentro de uma garrafa, e jogue-a mar afora. As ondas darão conta da viagem e a humanidade dará conta da mensagem. Pessoas desacreditadas e incolores irão ler, por todos os jornais e línguas, que o amor existe sim e o mar o entregou.
Não quero que seu beijo tenha sabor, que seu abraço seja o infinito e não quero sua presença como porto seguro. Quero que a realidade entre nós dois seja nosso quinto elemento, que ela nos separe quando não for para estarmos juntos, que ela nos dê um tapa na cara quando brigarmos por besteira. Quero, apenas, que meu abraço se encaixe ao seu e que isso seja o bastante. Quero que seu beijo tenha o gosto do meu. Quero que nosso porto seguro seja um sentimento inventado entre uma transa e outra, sempre acessível para quando quisermos nos esconder do medo de sermos adultos. Aliás, quero de vez enquando uma brincadeira gostosa que não envolva amor algum, mas somente a delícia de existir e rir.
Eu quero criar o costume de segurar sua mão, e me sentir idiota ao fazer o gesto me esquecendo de que ando sozinha pela calçada. Quero olhar para o céu e encontrar estrelas, não a nos olhar, a nos invejar. Eu quero amor bruto, sem lapidar. Quero descobrir cada defeito meu para usar e abusar em você. Quero te xingar, te morder, te alisar. Quero te criar como amor meu. E não pense que só desejo à mim as virtudes de amar, desejo à você também toda a sorte para encontrar cada traço de minhas íris, cada bagunça minha e meus tipos de sorrisos que, eu sei, se atrapalham todos com você. Vamos aprender um com o outro mais coisas que a ciência diz conhecer. Quero ser o presente que você não sabe escolher, seus passos apressados para chegar em casa. Quero que você seja minha meia rasgada, meu ciclo atrasado. Quero ser nós, não mais eu. Assim, contra a matemática, sermos um.
Eu e você. Você e eu. Necessariamente nessa desordem.
A gente reclama. Ah, como a gente reclama! Reclamamos do clima, das contas, dos preços, dos atrasados e dos desavisados. Quando não tem do que reclamar, a gente olha para o espelho e se força a encontrar alguma coisa. Aí reclamamos do nariz, do alinhamento dos olhos, da cor do cabelo, da textura da pele. Escrevo assim, com toda essa certeza, porque sou uma reclamona profissional. Mas aí a gente se depara com alguém que tem todos os motivos para reclamar, só que esse alguém não reclama. Esse alguém sorri, até mais que você.
Nick Vujicic é um australiano de 28 anos que nasceu sem as extremidades de seu corpo. Veja você, é um cara muito do bonito sem os braços nem as pernas. Ao invés de ficar em casa dependendo dos pais e reclamando, Nick se tornou palestrante motivacional, além de ser formado em contabilidade e planejamento financeiro. O cara é bidiplomado. Não satisfeito, Nick aceitou um papel no curta metragem Circo Borboleta. Dirigido por Joshua Weigel, o filme conta a pequena história de uma trupe circense comandada por Mendez (Eduardo Verástegui). Mendez, por sua vez, acaba se deparando com Will - atuado por Nick - que se vende como aberração no espetáculo secundário de um outro circo.
Sabe, chorei quando assisti (e quando li) Marley & Eu. Acho que todo mundo chorou. Mas com Circo Borboleta o choro veio de um lugar diferente. As lágrimas eram tão profundas que eu não reconhecia sequer o gosto delas. Nick fez com que meu choro brotasse de um canto que mal conheço, mas sei que está ali pedindo por mais atenção e carinho. Assisti o curta por três vezes e chorei em todas elas. Depois, passado o temporal, fiquei sentada em frente ao computador pensando. É, eu pensei nos meus braços e pernas, ali, me esperando para levá-los aonde eu quisesse ir. Pensei em todo meu corpo e saúde que não me permitem correr para longe da infelicidade. Pensei, principalmente, se a infelicidade estava ao meu redor e era fruto de consequências ou se estava dentro de mim. Como já ouvi dizer: há lobos em nós, e o vencedor é aquele que você alimenta.
Pensei se eu, e tantos outros por aí, estávamos esperando que um cara sem pernas e braços chegasse para nos dar uma lição de vida. Um cara que, literalmente, teria que se arrastar para se aproximar de nós. A gente, normais como somos, não nos levantamos sequer para buscar um copo d'água. Pense nisso você também.
Clique aqui para assistir o curta e expandir sua filosofia de vida.
Um post sensacionalista e sob influência de forças maiores.
Tensão Pré-Menstrual pode ser síndrome, doença, desvio comportamental, defeito ou o puro efeito natural da Mãe Natureza, depende do ponto de vista. Para as mulheres é, simplesmente, o demônio sacolejando suas sete cabeças. Uma cruz de ponta-cabeça. O Hitler, em própria presença, a nos golpear. Talvez seja dívidas de Madalena ainda sendo pagas pelo seu legado. Talvez seja a misteriosa expansão do universo acontecendo bem ali, ao seu lado, no ventre da mulher mais próxima de você. TPM é o alcance que a Ciência necessita, mas ainda não se deu por conta.
Uma de minhas qualidades é a autoironia. Gosto de fazer troça comigo mesma antes que os outros façam. Portanto, costumo dizer (ou avisar, ameaçar) que sofro de TPM crônica. Sofro com meu perpétuo estado de pura sensibilidade e ira irracional. Mas à bem da verdade, eu sei que gosto mesmo é de dramatizar, já que em meu estado de TPM sou uma pessoa deformada socialmente enquanto que, fora desse mar agitado, eu posso chegar a ser uma Irmã de caridade. Essa transformação, infelizmente, nunca será compreendida pelos Homens da Ciências, aqueles que inventam o futuro de toda a gente. Creio que com a energia gerada por esse período poderíamos alimentar por duas semanas a energia elétrica de uma cidade. Imagine toda a economia de uma empresa e suas terceirizadas. O Capitalismo seria comandado, não por House Wives sem sutiã, mas sim por mulheres bem resolvidas usando gravatas e eletrodos no ventre.
Posso imaginar um futuro próximo onde haveriam chocolates em uma mesa de escritório, Marlon Brando na tela cinematográfica e homens, muitos deles, acompanhando carinhosamente nossa energia sendo criada e, maternalmente, desviada para casinhas de pequenas cidades interioranas constituídas por famílias americanamente disciplinadas.
Ah, nossa glória!
Por enquanto temos que nos contentar com sociopatas clínicos dizendo que "vou comprar Buscopan e Whisky pelo bem de nós dois". O que definine o bem? Bem, na verdade, para quem? O que é o bem e ele beneficia quem? Porque eu, meu querido, não acho que o Bem esteja ao meu lado agora segurando minha mão e me dizendo que tudo ficará bem. Porque, se caso você não tenha percebido por conta de sua estupidez primitiva, ESTAMOS LONGE DO BEM! Entre essas e dessas temos que, ainda por cima, compreender a ignorância mundial sobre um problema já há muito patenteado por algum gênio. Somente a mais completa e divina inteligência poderia descobrir que, oh!, as mulheres sofrem mutações pagãs em determinado momento uma vez por mês. É mesmo, companheiro? Você precisou do que? Do seu mapinha do Velho Mundo? Dos seus desenhosinhos do solzinho orbitando a bosta da Terra? Qual foi a luz angelical que te colocou nesse caminho, cumpadre? Que porra você quer? Um Nobel? Vou te mostrar o Nobel, PANACA! Se como não bastasse todo nosso feminino e delicado momento de transição, somos obrigadas a conviver com piadas masculinas (a palavra "machista" é machismo demais para mim) sobre as forças inalcansáveis do poder Divino. Porque, como sempre, temos que compadecer a miséria alheia. Temos que engolir goela abaixo esse tanque de testosterona inútil que não faz porra nenhuma além de sexo e trocas de pneu. Quem tem pneu aqui? Vocês acham o que? Que é fácil? Ficam ai oferecendo chocolatezinho, melzinho, massagenzinha e se acham o suficientemente seres humanos? Se acham os bambambans só porque podem gozar de boa saúde o mês inteiro? Muito inteligente de vossa parte, companheiro do sexo oposto. O que? Ajuda? Ajuda!? Vai ajudar a porra da sua mãe a encontrar o umbigo dela debaixo daquelas tetas caídas, seu imbecil. Vai ver se eu estou na esquina, bípede de merda. Que carinho? Quem foi que pediu carinho? Sabe o que você faz com esse chocolate? ENFIA A PORRA DO CHOCOLATE NO SEU RABO!
Ill Circus. A seu dispor. Adulta, vacinada (menos contra tétano) e autoirônica. Arte circense no sangue. Sociologa por psicografia, escritora por nascimento e mau humorada por opção. Regime semiaberto monitorado por Activia. Resultado de uma família bipolar inativa. Banheira com espuma, um bom livro, um belo par de fones tocando The Rasmus e uma gigante e celulítica taça de sunday. Sou o tipo de pessoa inconveniente, que ri asmaticamente, e dá tapinhas no joelho.