4 de fevereiro de 2015

Minha história em 10 músicas

Encontrei essa tag no blog Teoria Criativa e já que nunca sei como iniciar uma conversa sobre música aqui no blog, ou posto playlist, ou alguém me salva com outras ideias boas! Fiquem à vontade para participarem.

1. Uma música que te lembre um momento bom:
This Is The Life, da Amy Macdonald, era o hit de 2009 na Suíça. Bom, pelo menos foi o que uma de minhas colegas disse ao me mostrar, empolgada, essa música que acabou entrando na minha playlist “Nostalgia”. Era muito bom ouvi-la antes de dormir, ou enquanto caminhava pelos jardins do Goetheanum. Hoje em dia, ela me traz a falta imensa da única época boa da minha vida.

2. Uma música que defina a sua vida:
Existem muitas. Procuro não me apegar a nenhuma. A última que me trasncreveu fielmente foi Sonho de uma Flauta, d'O Teatro Mágico. Tenho partes do meu coração que desconheço, mas essa música tem o mapa.

3. Uma música que te faz dançar na balada:
Acredite se quiser, vou de Am I Wrong?, da dupla Nico & Vinz. Lá estava eu, assistindo a novela do Comendador, quando essa música começou a tocar e houve um “click” em mim. Isso é bem raro. Eu nunca fui a uma balada, tão pouco pretendo, mas tenho a impressão de que Am I Wrong? seria a única música capaz de me tirar de um estado letárgico.

4. Uma música que foi tema de algum relacionamento:
Os meus relacionamentos estão guardados em uma sala escura, suas cabeças penduradas na parede. Alguns não deixaram rastros. Outros, no entanto, tem seus fantasmas. A verdade é que, agora, depois de tanto tempo, nenhum me assusta. Mas nada me machuca mais do que Try, de Nelly Furtado. Eu tenho sérios problemas com ela. É engraçado, pois superei a pessoa que a deixou para mim, mas me parece que jamais conseguirei vencer meus sentimentos em relação a música. Além do mais, me lembra da época boa de Nelly Furtado, e dá saudade.


5. Uma música que sempre te faz chorar:
Funeral Song, do The Rasmus, não me faz chorar. Contudo, é uma música perfeita em vários sentidos. É o tipo de coisa que se escreve uma vez na vida, quando o coração pede. Não acontece duas vezes. Por mais que todo o álbum Dead Letters (de onde vem essa faixa) seja a menina dos olhos de todos os fãs que se prezem, Funeral Song se supera de todas as formas. Sempre que a ouço, balanço minha cabeça e digo para mim mesma: “é isso”!

6. Uma música que seria toque do seu celular:
Antigamente, eu dava grande importância para isso. Hoje, deixo meu celular no vibratório e está de bom tamanho. Se por uma infeliz ideia eu quisesse mudar de opinião, acho que colocaria qualquer música de Mozart. Poderia ser a K. 550, ou a KV 41 (allegro). Sei lá, qualquer uma serviria.

7. Uma música que você gostaria de tatuar:
Passei da fase de curtir new metal, mesmo achando que seria para sempre. Só que a minha banda favorita desandou e junto com ela meu interesse por esse gênero. A única coisa que restou (e que pelo visto é realmente para sempre) foi a frase: “I am your mirror image, I'm all you left behind. You made me what I am, then who the Hell am I?”. Retirada da música How Can I Live?, da banda morta-viva Ill Niño, é uma identificação que não perde o efeito. Cristian Machado, o vocalista, escreveu a letra para seu pai.


8. Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém:
Na Varanda, do Fernando Anitelli. Tive que pensar bastante antes de escolher porque, na verdade, acho que não tenho uma música específica, que me lembre determinada pessoa e me faça sentir falta dela. Na Varanda, ao menos, me lembra abraços. É sempre bom abraçar quem a gente gosta!

9. Uma música que você está viciada agora:
Não consigo parar de ouvir Nagada Sang Dhol, do filme indiano Goliyon Ki Rasleela Ram-leela. O melhor filme, aliás. Assistam! Tem Deepika Padukone, tem Ranveer Singh e, enfim, com esses motivos não é necessário mais algum. Pelo vídeo clipe (que não contém spoilers) já é possível ver como a fotografia e o figurino são impecáveis. Se eu ainda me desse ao trabalho de comprar CDs o meu, sem dúvida, estaria “furado” na altura dessa faixa.

10. Uma música que faz as pessoas lembrarem de você:
Nunca falha: “assisti ao espetáculo daquele circo canadense e, nossa, aquela música! Sabe? A sua cara”! Todo mundo que ouve Alegría, do Cirque du Soleil, se lembra de mim. Seja por estarem, ora essa, em um circo, ou por causa da letra e/ou da melodia. De um jeito ou de outro, me conhecendo bem ou nem tanto, as pessoas acham que esta música me resume. Se você quer saber, concordo plenamente. Alegría me desperta, me faz reagir. É uma honra estar conectada à ela!

1 comentários:

Fernanda Curvellano disse...

gostei tanto da "Nagada Sang Dhol"! Que clipe (?) lindo!
Enfim, acho que sempre passo aqui no seu blog mas poucas vezes parei para comentar.. Gosto muito da sua escrita e do seu humor <3 Um dos blogs que eu mais gosto.
E também respondi a tag, te linkei lá! bjs

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